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Doênças e Prevenção

Hipertensão - Hiperplasia - Dicas de praia - Prostatite - Andropausa - Inimigos do corpo - Osteoporose - Câncer de mama - Alergia ocular - Pediculose - Micose - Conjutivite - Cãncer do colo do útero

Hipertensão

A Hipertensão Arterial Sistêmica ( HAS ) acomete 15 a 20 % da população devido a 3 situações culturais:

1. O uso exagerado do sal, aproximadamente 12 a 20 vezes a necessidade diária
2. Aumento da ingestão calórica acompanhando uma vida sedentária, levando a obesidade
3. Elevado consumo de bebidas alcoólicas

Esta cultura moderna não só influencia o aparecimento da H.A. como as doenças cardiovasculares. Estudo de Marcillha Carvalho em 1992 em tribos indígenas Ianomâmi não foi encontrado um único caso de pressão alta ou colesterol superior a 199 mg/dl.

O fato se explica porque nesta população o consumo de sal e gorduras saturadas é muito baixo.

Pesquisa realizada entre os anos 76 à 80, no EUA, mostra que paciente com diabetes e hipercolesterolemia tem H.A acompanhada em até 58 % dos casos. Existe uma relação muito grande entre diabetes, obesidade e hipertensão conforme estudo de Moden ( 1985 ).

Classificação Clínica
Conforme a Pressão diastólica ( Mínima)

1. Leve PA < 110 mm/hg
2. Moderada 110 - 120 mm/hg
3. Grave 120 - 130 mm/hg
4. Maligna > 130 mm/hg

Malefícios da manutencão de H.A.

1. Retinopatia hipertensiva
2. > Ventriculo esquerdo, levando a insuficiência cardíaca
3. Lesões Renais
4. Doenças neurológicas
Ações Preventivas
Como poderemos evitar a .HA.

- Acompanhamento pressórico periódico, que poderá ser realizado durante o seu exame periódico
- Procurar melhorias na qualidade de vida, evitando o tabagismo, alcançar e manter o peso ideal, procurar sempre realizar alguma atividade física, minimizar o uso de bebida alcoolica, e evitar ingerir alimentos muito gordurosos e com muito sal.

Acompanhamento hipertensos
- O acompanhamento do hipertenso deverá ser visando manter os níveis pressóricos dentro dos limites normais, e evitar as complicações secundárias da H.A.

Hipertensão - Perguntas e Respostas

1) O que é?
É a força que o sangue faz para passar dentro das artérias porque, quando se tem pressão alta, estes vasos têm menor elasticidade.

2) O que ocorre, então, no organismo?
Os órgãos sofrem porque a irrigação sangüínea não é adequada. Os mais prejudicados são: coração, cérebro, olhos (retina), rins.

3) Quais os riscos de ser portador de hipertensão arterial e não cuidar?
Pode ocorrer morte súbita, infarto agudo do miocárdio, derrame cerebral e paralisia, sangramentos espontâneos, alterações visuais importantes e perda da função renal.

4) Em que idade aparece a hipertensão arterial?
Pode aparecer em qualquer época, mas, geralmente, depois dos 20 anos de idade , em 15 a 20% da população mundial.

5) Quem está mais sujeito a ser hipertenso (ter pressão alta)?
Indivíduos obesos (gordos), diabéticos, quem possui altos níveis de colesterol no sangue, quem ingere alimentos salgados, fumantes, sedentários (não praticam exercícios físicos regularmente), quem ingere bebidas alcoólicas freqüentemente, ansiosos. E os que possuem parentes hipertensos.

6) Então a Hipertensão Arterial é uma doença contagiosa?
Não. A pessoa nasce com tendência a desenvolver a doença se tiver parentes (de sangue) com pressão alta, mas vai depender muito dos seus hábitos de vida.

7) Quando se faz o diagnóstico de Hipertensão Arterial?
Quando a pressão arterial está acima de 140 (máxima) ou 90 (mínima) mm Hg em, pelo menos, duas vezes, medida em dias diferentes e em repouso.

8) Todos os hipertensos precisam tomar remédios?
Não. Depende em que categoria se encaixa a sua hipertensão: a)LEVE; b)MODERADA; c)SEVERA; d) ASSOCIADA (ao diabetes).

9) Hipertensão Arterial tem cura?
Não, mas quanto mais cedo for descoberta e tratada corretamente, haverá menos possibilidade de surgirem complicações que levam à morte ou invalidez.

10) A pressão que está alta pode voltar ao normal?
Sim, desde que sejam seguidas as orientações do médico, da nutricionista e da enfermeira. Mas o indivíduo sempre será hipertenso e, portanto, a pressão subirá novamente se interromper, por conta própria, o seu tratamento.

11) O paciente hipertenso pode levar uma vida normal?
Geralmente, sim, a não ser que não siga o tratamento ou existam complicações severas. Neste caso, o médico vai orientar quais são os riscos e o que deve ser evitado.

12) Quais os sintomas da Hipertensão Arterial?
Dor de cabeça que não passa com analgésicos e chás caseiros, tonteira, dor no peito, falta de ar, angústia, palpitação, sangramentos (nasais, oculares, vaginais, etc.), dormências.

ATENÇÃO: O indivíduo pode não sentir nada e a pressão estar muito alta. Então, o primeiro sinal pode ser o derrame cerebral ou infarto do miocárdio, que são ameaçadores da vida.


HIPERPLASIA BENIGNA DA PRÓSTATA

É normal um homem de mais de 50 anos de idade acordar duas ou três vezes por noite para urinar ou "tomar precauções" antes de uma viagem? Sim e não. Sim, porque a hiperplasia prostática benigna, que causa esse incômodo, é bastante freqüente. E não, porque não precisamos mais aceitar passivamente as coisas: existem tratamentos para ajudar os homens a viver "como antes". Consulte seu médico.

O que é Hiperplasia Prostática Benigna ?

A HPB é uma doença que se caracteriza pelo aumento do tamanho da próstata. Este aumento está relacionado com a idade, isto é, quanto mais idade o homem tiver, maior a possibilidade de vir a sofrer de HPB. à medida que o volume aumenta, a doença se torna crônica, levando a problemas tais como micções mais freqüentes e menos volumosas que acordam o paciente à noite, dificuldade de urinar, com jato mais fraco, pela manhã. Caso esse problema não seja tratado, podem surgir complicações como distensão da parede da bexiga, retenção urinária, infecções e, nos casos mais extremos, disfunção renal.

O que é próstata? Para que serve ?

A próstata é uma glândula que faz parte unicamente do sistema reprodutor do homem. Esta glândula tem um tamanho médio de aproximadamente 20 cc antes dos 45 anos de idade. A próstata produz um líquido que, em conjunto com outros elementos, forma o sêmen ou esperma, ajudando os esparmatozoídes a se deslocarem.

Onde está localizada a próstata ?

A próstata localiza-se logo abaixo da bexiga, envolvendo parte da uretra. Esta localização é extremamente delicada dentro do sistema urinário, pois quando há o crescimento da próstata ela pode comprimir a uretra, diminuindo o seu calibre e dificultando ou impedindo a passagem da urina. Este fato é muito importante, porque dá origem aos sintomas obstrutivos da Hiperplasia Prostática Benigna.

E quais são os sintomas da HPB ?

Para evitar a progressão e agravamento de qualquer doença, é importante que a pessoa procure o médico tão logo apareçam os primeiros sintomas. Este é o principal conselho, válido para qualquer doença.

Nos casos de doenças da próstata, procure imediatamente o médico quando aparecerem sintomas como os abaixo descritos:

Jato urinário cada vez mais fraco;
Dificuldade ou demora para iniciar a micção;
Necessidade freqüente de urinar;
Acordar várias vezes à noite para urinar;
Jatos intermitentes do jato urinário de forma involuntária (urina / para de urinar / urina novamente...);
Presença de sangue na urina;
Dor e sensação de queimação no ato de urinar;
Urgência de urinar;
Sensação de esvaziamento incompleto da bexiga.
Tenho condições de realizar uma avaliação do meu estado ?

Claro que você pode ajudar seu médico a interpretar melhor o seu estado. Para isso está sendo recomendada pela Sociedade Brasileira de Urologia, a observação do "Escore Internacional de Sintomas Prostáticos". (Vide a tabela a seguir).

Lembre-se, no entanto, que a correta interpretação desses resultados somente pode ser feita com a participação direta de seu médico.

A Hiperplasia Prostática Benigna pode se transformar em câncer de próstata ?
Não se deve confundir HPB (que é uma doença benigna) com câncer de próstata (que é uma doença maligna). Até o momento não existem provas de que uma HPB possa se transformar em câncer. Portanto, a presença da HPB não significa que o paciente vai Ter câncer da próstata no futuro.

E lembre-se:
O sucesso do tratamento da HPB depende do diagnóstico precoce, isto é, quanto mais cedo for detectada a lesão, maiores são as chances de um tratamento bem sucedido.
Não esqueça:

Após os 50 anos, faça o exame de próstata todos os anos.
Aos primeiros sintomas, procure seu médico.


DICAS DE PRAIA

Dicas para quem vai para a praia
A idéia de ver o mar, tomar sol e relaxar já é uma delícia. Mas sempre é bom tomar alguns cuidados para não correr o risco de deixar seus dias de descanso irem por água abaixo.

Proteja-se do sol com filtro solar e chapéu, principalmente se sua pele for muito clara. Prefira sempre um fator de proteção mais alto nos primeiros dias e, se decidir baixar, faça isso aos poucos. Renove a aplicação a cada duas horas ou depois de se molhar ou transpirar muito.
Evite banhos de sol prolongados e prefira se expor antes das 10h e depois das 17h, quando os raios estão mais fracos e menos perigosos.
Tome cuidado mesmo quando o céu estiver encoberto. Os raios passam e você pode se queimar com o famoso “mormaço”.
Para evitar a descamação, aplique um hidratante na pele após o sol.
Tome bastante água para repor a perdida na transpiração.
Se você ou alguém da sua família for queimado pelos filamentos urticantes de uma água-viva, cubra a pele com gaze e amônia diluída.
Se pisar num ouriço do mar, o melhor é aplicar vaselina e cobrir com uma gaze até o dia seguinte. A região ficará amolecida e será mais fácil retirar os espinhos com a ajuda de uma pinça.
Sexo na praia pode ser interessante em filmes, mas na vida real a coisa é diferente. Além do risco de ser visto, o casal ainda corre perigo de contrair doenças causadas por microorganismos presentes na areia ou de se machucar com o atrito.


PROSTATITE

Prostatite, assunto para homens
Embora atinja 50% da população masculina em alguma fase da vida, a doença é pouco conhecida. Caracterizada pela infecção dos gânglios da próstata, os sintomas mais comuns são desconforto ao urinar, febre e dor nos testículos e no períneo. O tratamento inclui antibióticos e antiinflamatórios.

Apesar de ser uma doença que atinge mais de 50% dos homens em algum momento da vida, a prostatite é pouco conhecida entre a população masculina. Apenas 15% das pessoas que sofrem do mal já ouviram falar do problema antes de ir ao médico. O alerta é da Fundação Americana de Doenças Urológicas, que realizou o levantamento recentemente e garante ainda que as mulheres sabem mais sobre a inflamação do que os próprios pacientes.

A prostatite é caracterizada pela infecção dos gânglios da próstata e pode aparecer em qualquer idade, embora a incidência aumente com o tempo. Os sintomas mais comuns são desconforto na hora de urinar, febre e dor nos testículos e no períneo. Esse mal é responsável por 8% das consultas e a causa mais freqüente de infecção urinária. Cerca de 80% dos pacientes são contaminados por uma bactéria chamada Esqherichia coli, acrescenta.

Aguda e crônica: as duas formas da inflamação

Há dois tipos de prostatite: a aguda e a crônica. Em geral, os sintomas são os mesmos. Na primeira, porém, as dores são mais fortes e o paciente pode até ser internado. A principal causa está associada ao aumento de germes na urina. O mal também pode ser provocado pela obstrução da uretra e, raramente, pelo contato sexual. A gonorréia é um dos meios de transmissão.

Para fazer o diagnóstico da doença, os médicos recorrem a exames de urina e outros métodos não-invasivos. No caso da prostatite aguda, os sintomas são mais característicos. Por isso, é mais fácil detectar o problema. Fazemos também a massagem da próstata para coletar a secreção presente na região. Com isso, é possível verificar a quantidade de germes. Se tiver um aumento considerável do número de leucócitos (glóbulos brancos), podemos fazer o diagnóstico, esclarece Pasqualloto.

Antiinflamatórios e água morna

Apesar do diagnóstico preciso, o tratamento para a prostatite não é fácil. Segundo o médico, apenas de 60% a 70% dos pacientes vão apresentar uma melhora significativa. A próstata é uma região pouco irrigada. Por isso, é mais difícil fazer o medicamento chegar até o local. Para suprir a carência, os antibióticos são prescritos por, no mínimo, 30 dias.

Os antiinflamatórios e o chamado banho de assento também são recomendados. Neste último, o paciente fica sentado por cerca de 20 minutos em uma bacia com água morna, três vezes ao dia. O objetivo é relaxar a musculatura do períneo para aliviar a dor.


ANDROPAUSA

Do mesmo jeito do que a mulher tem seu climatério e no decurso dele (depois da menopausa) já não terá possibilidades de engendrar, também a idade produz mudanças na sexualidade masculina, embora de modo muito diferente. Pareceria como que a natureza não tivesse tido vontade de amarrar o homem a períodos regulares nem a limites bruscos, como se o necesitasse sempre disponível -ainda avançado em anos- para a procriação. Mas, como é o ajustamento do casal perante processos muito diferentes, depois de compartilhar sua sexualidade pelo espaço de várias décadas?

Faz alguns anos, começou-se a usar o termo andropausa para abranger as mudanças que começam a atingir o homem desde os 50 anos para a frente e que têm a ver com a diminuição progressiva do nível de androgênios. Isso se reflete em todos os processos do organismo, mas suas conseqüências se percebem sobretudo na capacidade sexual.

Mas, será que é certo o termo andropausa? Muitos especialistas acham ele errado, posto que, nascido das semelhanças com o processo feminino da menopausa, pode acabar sendo comparável mas não idêntico.

Menopausa provem do grego e significa a cessação do período mensal (menstrual). Por outra parte, andro faz referência a homem e um homem não cessará de ser ele mesmo, ainda quando suas capacidades sexuais declinem.

Tem-se feito a proposta de chamar a esse processo o climatério masculino mas, mais uma vez estamos perante problemas etimológicos. Também o termo provem do grego, escalão e é apropriado no caso da mulher, posto que indica uma mudança definitiva, como é o termo da função de procriar. Por outro lado, no homem essa função pode-se manter além dos 70 anos, logicamente dependendo de cada caso. Mais do que a um escalão, o processo se asemelha a um longo plano descendente, levemente levantado.

Ainda assim e até que a ciência adote um termo mais apropriado, nós usaremos andropausa para nomear este processo do que já conhecemos duas das suas mais notórias diferenças perante o feminino: é longo e paulatino e não acaba repentinamente com a capacidade de engendrar a vida, nem também não com o desejo e a prática da sexualidade.

A andropausa pode produzir muitas mudanças e muitos sintomas, os que podem-se apresentar não somente como sinais referidos diretamente à função sexual, como por exemplo a dificuldade para produzir e manter a ereção. Também atingem o plano anímico, podendo causar irritabilidade, inquietação ou até uma tendência à depressão. A verdade é que por volta dos 60 anos, quase a metade da população masculina pode apresentar algumas das seguintes alterações:

uma diminuição natural e progressiva da função testicular (o hipogonadismo);
a diminuição da qualidade seminal com o declínio da capacidade reprodutora, embora tinham-se observado que no 50% dos homens de 80 ou ainda mais anos, percebem-se espermatozóides com capacidade para fecundar;
uma tendência à diminuição progressiva (embora leve) da testosterona, com uma diminuição anual média de 1%.
mudanças na micção.
mudanças no metabolismo.
algum grau de ginecomastia (desenvolvimento excessivo da glândula mamária do homem);
a diminuição da massa muscular e um aumento do acúmulo de gorduras, com possíveis conseqüências negativas, como o aumento do colesterol e a predisposição à obesidade e as doenças cardiovasculares;
as erecções se produzem com uma freqüência menor sendo necessário um maior tempo entre uma erecção e a outra, por causa duma perda mais rápida da vasocongestão genital;
uma maior necessidade de estímulos físicos como também a excitação requer mais tempo, mas por outro lado existe uma resposta sexual mais extensa, o que impede numa grande medida uma disfunção característica dos jovens: a ejaculação prematura;
uma diminuição da secreção antes da ejaculação e apresentando ela um volume e uma projeção menores;
mesmo que o orgasmo sofre modificações, tornando-se menos intenso e tendo uma duração menor, existe e é satisfatório até além dos 90 anos de idade.
As mudanças na sexualidade são simplesmente um aspecto do processo, mas todos os outros aspectos ajudarão para que o homem sinta que vai perdendo sua masculinidade, sua potência sexual, seu atrativo. Também com eles poderá perder um pouco de sua segurança habitual e de sua auto-estima. Ao menos que tenha a informação suficiente para compreender o que lhe está acontecendo e ajustar-se a sua nova realidade sem um sentimento de perda.

Inclusive a consulta com um profissional "Andrólogo", ajudará a dissipar todos os medos e será a guia para realizar um tratamento apropriado.

Em todos os casos, sugere-se como medidas gerais: uma dieta saudável, não fumar, realizar uma rotina periódica de exercícios físicos, controlar o peso e o consumo de bebidas alcoólicas.

Não apenas as mudanças orgânicas e psíquicas são as que influenciam no declínio da sexualidade humana por causa da idade, também são as mudanças culturais, posto que é geral a idéia de que os homens maiores de 50 anos y as mulheres depois da menopausa vão abandonando progressivamente o interesse pelo sexo. A sociedade em geral aceita o preconceito duma velhice naturalmente sem sexo. Nada mais longe à verdade.

A sexualidade humana, com a diferença da função sexual das outras espécies, não está constituída somente de processos orgânicos e tendências instintivas. Tanto o homem quanto a mulher possuem uma sexualidade formada também por elementos psicológicos muito fortes, os que às vezes influenciam muito mais do que o fator físico, dando lugar a uma variedade e uma riqueza inesgotável de desejos, atividades e preferências.

Inclusive, isso acontece talvez mais no homem do que na mulher já que, como faziamos referência anteriormente, o homem está ligado a uma sexualidade sem períodos definidos, interrupções repentinas, nem lapsos de abstinência por causa do processo da procriação. Mas também ligado a essa função procriadora durante uma época muito mais extensa da vida do que a mulher. Tudo isso faz com que um homem na idade madura, ainda velho, mantenha intacta e até potenciada toda a carga psicológica que abrange a sexualidade.

O problema se lhe apresenta quando procura continuar manifestando toda essa energia do mesmo jeito do que quando seu corpo era jovem. É nesse momento onde ele se defronta com o problema maior e a causa maior de angústia de muitos homens que, mantendo aceso o desejo, não têm sabido adaptá-lo à sua nova realidade orgânica.

Uma reorientação da energia sexual (libido) e uma aprendizagem junto à mulher, que também tem passado grandes mudanças, podem fazer com que os velhos desfrutem duma sexualidade renovada até uma idade verdadeiramente avançada e ainda até o fim da vida. Essa sexualidade terá ritmos novos, códigos diferentes e práticas alternativas às anteriormente tão freqüentes, como a penetração.

Tudo isso faz da velhice, a idade sexual da comunicação, a meiguice e a imaginação. Desse jeito, nascerão modos novos de manifestar a paixão como assim também um monte de recursos imaginativos na procura do prazer sexual.


INIMIGOS DO CORPO

Seu Inimigo, o Sal.
O uso exagerado do sal pode contribuir para a formação de celulite. É muito importante, portanto, que a ingestão de sal seja restringida o mais possível, para facilitar a eliminação dos líquidos. Isso significa não só evitar salgar demais os alimentos naturalmente salgados, como anchovas, picles, bacon etc.

Sua Amiga, a Água
A água é fundamental na luta contra a celulite. Quanto mais água você tomar, tanto mais ativos serão os seus rins na limpeza de seu corpo, eliminando os resíduos pela urina. Sua dose diária de água deve ser de seis a oito copos, sempre tomados entre as refeições.

Um Aliado Especial
Um de seus maiores aliados na luta contra a celulite é o iodo.

Ele é a matéria-prima que dá energia à tireóide, a glândula que determina o índice do processo metabólico que queima o alimento para transformá-lo em energia. Essa combustão é importante porque qualquer alimento que não seja queimado de maneira apropriada pode acabar sendo armazenado como gordura indesejável, levando à celulite. Muitos alimentos deliciosos são ricos em iodo.

Tente incluí-los regularmente na dieta: alcachofra, agrião, alface, alho, aspargo, arroz integral, banana, batata, cebola, cenoura, ervilha, espinafre, frutos do mar, gema de ovo, morango, nabo, pêra, repolho, tomate, uva, vagem.

Cuidado Com os Petiscos
Quase todo mundo tem dificuldades em restringir o hábito de comer apenas às refeições. E são justamente esses petiscos beliscados entre as refeições os principais causadores da celulite e, também, do excesso de peso. Os seguintes alimentos não atrapalharão você na luta contra a celulite: frutas, iogurte, legumes crus e leite desnatado. Estes são os "poluentes".

Alguns alimentos devem ser evitados a qualquer preços. São eles os grandes responsáveis pela "poluição" do seu corpo: anchovas, azeitonas, batata frita, bacon, Ketchup, Chucrute, carne de porco, chocolate, enlatados, frituras em geral, frutas oleaginosas, lingüiça, maionese, massas, peixes ou carnes defumadas, picles, pizza, refrigerantes, salame e salsicha. Apesar de não ser estritamente proibido como os alimentos acima, o café deve ser tomado com moderação: não mais que 2 xícaras por dia, de preferência fraco.


O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE OSTEOPOROSE


O QUE É?
A osteoporose é uma doença crônico-degenerativa que reduz a resistência física do osso, levando à deformação. Apesar da sua fisiopatologia multifatorial, a doença se manifesta através da ocorrência de fraturas, frequentemente associadas a um pequeno trauma.

O termo osteoporose deriva do grego osteon = osso e poros = passagem pequena ou poro. A porosidade é uma caracterítica do tecido ósseo, que apresenta basicamente duas formas de arranjo microestrutural: o componente cortical (ou compacto) e o componente trabecular (ou esponjoso).

Suas implicações clínicas são evidentes e responsáveis por uma elevada morbimortalidade, especialmente a partir dos 60 anos.

QUANDO?
O organismo começa a fabricar osso desde o útero materno.

Estima-se que 75 a 85% do esqueleto humano seja constituído até a adolescência. Existe, nesta fase da vida, uma maior formação do que destruição óssea. Os ossos se tornam maiores, mais pesados e mais densos. A formação continua sendo mais rápida que a destruição até a idade dos 30 a 35 anos, quando atingimos o nosso pico de massa óssea. Nesta fase, os ossos estão com a densidade e força óssea máximas. A partir desta idade, a formação e a reabsorção óssea se equilibram e a densidade óssea se estabiliza.

Nos primeiros anos após a menopausa, a perda óssea sofre um estímulo decorrente da falência hormonal e se inicia um deseqüilíbrio no processo de remodelação óssea, em favor do consumo. Este consumo se acentua na senilidade, demandando especial atenção dos idosos quanto à osteoporose.

Nas mulheres, este somatório de eventos (idade + menopausa) explica o fato de que a incidência de fraturas osteoporóticas em mulheres é maior do que nos homens em todos os grupos etários estudados.

PORQUE OCORREM?
Pelo fato da osteoporose ser classificada como uma doença crônico-degenerativa, devemos ter em mente que o avançar da idade favorece a manifestação clínica da doença.

Sob este aspecto é compreensível aceitar a doença como parte do processo natural do envelhecimento humano. Contudo, o combate à morbimortalidade decorrente das fraturas não deve descansar sob este argumento. Seria o mesmo que tolerar o diabetes, a hipertensão arterial, as doenças coronarianas ou a demência senil.

O tecido ósseo é um tecido vivo, formado por dois tipos principais de células. Os osteoblastos, que são as células responsáveis pela formação de tecido ósseo novo, e os osteoclastos, responsáveis pela destruição ou reabsorção óssea.

Estas células trabalham todo o tempo em conjunto, havendo um ciclo natural e dinâmico de remoção do tecido ósseo "velho" e reposição simultânea de tecido ósseo "novo". Este processo é também chamado de renovação ou remodelação óssea. Os ossos do esqueleto permanecem continuamente neste processo de "turnover" ósseo

COMO OCORRE?
A osteoporose é considerada uma "doença silenciosa", dita assintomática pelos médicos. Isto ocorre porque as transformações ósseas vão ocorrendo ao longo dos anos sem sinais evidentes nas suas fases iniciais. Muitas pessoas podem não saber que têm a doença até que ocorra uma primeira fratura dolorosa.

A queixa mais comum dos pacientes com osteoporose é a dor. Em geral, nas costas, aguda ou intermitente, acentuada após as atividades habituais. A dor usualmente dura alguns dias ou semanas, e então pode desaparecer. Estes episódios recorrem, voltam em intervalos progressivamente menores e a dor pode tornar-se crônica, persistente.

COMO SE CLASSIFICAM?
A osteoporose primária, como o próprio nome já diz, advém de alterações próprias do metabolismo natural do indivíduo. Pode ser dividida em três grupos básicos.

FORMA JUVENIL
Quando ocorre em jovens, é dita forma juvenil e, na ausência de outras doenças do metabolismo, pode ser classificada dessa forma.

FORMA DE ADULTO JOVEM
Pode ser que haja alterações também na terceira e quartas décadas de vida, mas estes casos são mais raros. Formas autolimitadas e não associadas a nenhum achado metabólico mais específico são aqui classificadas.

FORMAS DE ADULTOS
TIPO I OU PÓS-MENOPAUSA (15 A 20 ANOS APÓS A MENOPAUSA)
Esta forma de osteoporose está associada à falência hormonal em qualquer idade, inclusive na menopausa precoce. A ausência de ovulações pode ser causa ou reflexo da alteração hormonal que leva à baixa massa óssea e à osteoporose.

Em geral são de turnover rápido. Este grupo é particularmente beneficiado porque o método ideal para o diagnóstico precoce da osteoporose (Densitometria Óssea) foi desenvolvido em cima de resultados de exames de pacientes neste período da vida.

TIPO II OU SENIL
Nesta situação, é o processo de envelhecimento como um todo que age também nos ossos, predispondo-os às fraturas. Os marcadores de formação e reabsorção óssea frequentemente encontram-se baixos, indicando baixo turnover ósseo.

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AUTO-EXAME DE MAMAS

CÂNCER DE MAMA - A CURA EM SUAS MÂOS

1º Passo - Primeiro, você deve saber como suas mamas são normalmente. Uma pequena alteração visual pode ser um sinal precoce importante de um problema. Fique em pé, despida até a cintura, de frente para o espelho e com os braços relaxados ao longo do corpo. Compare suas mamas de um lado e de outro. Procure alguma alteração na forma, tamanho, textura da pele ou coloração da mama, além de vermelhidão, depressões ou retrações da pele. Observe qualquer mudança ou alteração no mamilo, como descamação ou mudança de direção. Apertando os músculos torácicos abaixo das mamas, pode-se enfatizar mudanças. Além disso, é importante assumir diferentes posições durante a observação.

2º Passo - Coloque as mãos na cintura e pressione-as. Vire-se para um lado e outro procurando ver se há alguma alteração.

3º Passo - Coloque as mãos atrás da cabeça e pressione-a para frente. Novamente, vire-se para um lado e para outro e procure alterações. Mulheres com mamas volumosas precisarão colocar os dois dedos da mão oposta para levanta-las e olhar.

4º Passo - Coloque as mãos na cintura e curve-se em direção ao espelho, deixando suas mamas caírem para frente. Observe se há alteração na forma da mama.

5º Passo - Descarga mamilar também pode ser um sinal de problema na mama. Delicadamente, aperte o tecido mamário vizinho ao mamilo entre os dedos médio e polegar e observe se há alguma descarga de secreção.

6º Passo - Durante o banho, procure por nódulos acima e abaixo da clavícula.

7º Passo - Da clavícula, friccione firmemente para baixo com a mão ensaboada em direção ao mamilo de uma das mamas, procurando sentir se há alguma nodulação, espessamento ou alterações em relação aos exames prévios.

8º Passo - Em seguida, segure a mama com uma das mãos enquanto a outra desliza do alto da mama em busca de nodulações.

9º Passo - Procure por nódulos ou tumorações debaixo do braço, com a outra mão, sendo que o braço cuja axila está sendo examinada deve estar relaxado. Alcance com a mão a área axilar e sinta-a. Observe se há alguma alteração em relação ao exame prévio. Repita no outro lado.

10º Passo - Após o banho, deite para completar o exame. Coloque um travesseiro debaixo do ombro esquerdo. Ponha a mão esquerda atrás da cabeça e alcance com a mão direita a mama esquerda, pressionando-a com os dedos juntos e separados. Com firmeza, faça movimentos circulares em torno da mama.

11º Passo - Mova a mão, aumentando o círculo até toda a mama estar coberta.

12º Passo - Coloque os dedos sobre o mamilo e deprima-o para ver se há alguma alteração. Repita o exame na mama direita, trocando a posição do travesseiro e dos braços.

Duvidas:
Encontrar um tumor ou qualquer alteração em suas mamas não significa que você tem câncer. Somente o médico poderá esclarecer. Avise-o rapidamente sobre qualquer anormalidade.
As mulheres devem fazer o auto-exame uma semana após o início de seu período menstrual, quando as mamas estão menos nodulosas e mais macias. Mulheres que estejam amamentando devem examinar suas mamas nos mesmos dias de cada mês, após tê-las esvaziado.

Recomendações para investigação de câncer de mama para mulheres entre a puberdade e 49 anos:
Auto-exame mensal.
Exame de mama anual por um profissional treinado (mastologista ou ginecologista, geralmente).
Primeira mamografia entre 35 e 40 anos.
Mulheres com idades entre 40 e 49 anos devem fazer uma mamografia anualmente ou a cada dois anos, dependendo das recomendações de seu médico.

Recomendações para investigação do câncer de mama para mulheres com 50 anos ou mais:
Auto-exame mensal.
Exame anual por profissional treinado.
Mamografia de investigação anualmente.


O que é alergia ocular?


Alergia ocular ocorre quando o olho entra em contato com substâncias que lhe causam alergia, chamadas alérgenos, que podem ser ácaros (animais microscópios), poeira, pêlos e pólen. Quando isto ocorre, os olhos podem ficar vermelhos, inchados, sensíveis a luz, com lacrimejamento e apresentar discreta secreção aquosa. O sintoma mais freqüente e característico da alergia ocular é a coceira. A alergia ocular ocorre principalmente nas pessoas que sofrem de alergia em outras partes do corpo como asma, rinite e alergia de pele, porém pode ocorrer isoladamente.
Dicas de como evitar as crises de alergia ocular:
- Manter o ambiente sempre livre de pó.
- Manter os ambientes arejados e com boa exposição ao sol para evitar formação de bolor.
- Evitar objetos que acumulem poeira como: cortina, carpete, tapete, bicho de pelúcia, etc.
- Forrar travesseiro e colchão com capas impermeáveis.
- Evitar o uso de vassoura e espanadores, prefira pano úmido para retirar a poeira.
- Sempre que possível expor a roupa de cama ao sol e lavar em água quente.
- Evitar ambientes com muito pó, fumaça ou com odores fortes.
- Lavar roupas guardadas por muito tempo, antes de usá-las.
- Se possível evitar ter animais domésticos de estimação que soltem pêlos.
- Evitar manusear objetos com muito pó (livros, documentos antigos)
- Evitar manusear plantas com flores dentro de casa (soltam pólen)
- Mantenha o filtro do ar condicionado sempre limpo (limpe o uma vez por semana)
- Evite coçar os olhos, pois isto estimula mais a alergia ocular, podendo causar um ciclo vicioso e levar a uma conjuntivite.
- Informar seu oftalmologista sobre qualquer medicamento que estiver usando.
- Evitar a automedicação!
- Seu oftalmologista pode tratar a sua alergia ocular.
- É essencial que você siga as instruções de tratamento, pelo tempo necessário que seu oftalmologista indicar.


ediculose


POPULARMENTE CONHECIDA COMO PIOLHO, É UMA PARASITOSE QUE CAUSA COCEIRA E FERIDAS NO COURO CABELUDO

A Pediculose é causada por um inseto, o Pediculus humanus capitis, que se alimenta de sangue e vive em média 30 dias. Neste período, a fêmea pode colocar até 300 ovos ou lêndeas que ficam aderidas aos fios de cabelo.
As principais vítimas da Pediculose são as crianças em idade escolar. Observa-se intensa coceira no couro cabeludo, sobretudo na nuca e atrás das orelhas. O ato de coçar pode provocar ferimentos no couro cabeludo que são passíveis de infecção secundária por bactérias, levando a complicações como abscessos e impetigo.
O piolho não voa e não pula, ocorrendo a transmissão do parasita através do contato direto entre os indivíduos infestados e através de objetos como bonés, pentes, escovas, travesseiros, lenço de cabeça, presilhas etc.


COMO EVITAR E TRATAR?
Evitar contato com pessoas infestadas.
Não compartilhar objetos de uso pessoal com outras pessoas.
Lavar a cabeça diariamente evitando deixar os cabelos úmidos por muito tempo.
Inspecionar a cabeça a procura de piolhos e lêndeas
Passar pente fino para retirar os piolhos e as ninfas (piolhos em desenvolvimento) no mínimo uma vez ao dia.
Retirar todas as lêndeas usando algodão embebido em água com vinagre.
Ferver objetos pessoais como bonés, pentes, lençóis e roupas.
Não usar querosene ou inseticidas pois são altamente tóxicos.
Consultar o médico que poderá prescrever medicação eficaz para erradicação do parasita e tratar as eventuais complicações.


Micoses


São doenças que acometem cerca de 30% da população mundial.
As micoses são causadas por fungos que estão em toda parte podendo ser encontrados no solo e em animais. Até mesmo na nossa pele existem fungos convivendo "pacificamente" conosco, sem causar doença. A queratina, substância encontrada na superfície cutânea, unhas e cabelos, é o seu alimento. Quando encontram condições favoráveis ao seu crescimento, como calor, umidade, baixa de imunidade ou uso de antibióticos sistêmicos por longo prazo (alteram o equilíbrio da pele), estes fungos se reproduzem e passam então a causar a doença.
As micoses podem ser superficiais ( mais comuns ) ou profundas. Nas primeiras, também chamadas de tineas, a pele, unhas e cabelos são os alvos preferidos. Nas micoses profundas são os órgãos internos ( pulmões, cérebro, gânglios linfáticos ) que são afetados.

OS SINAIS E SINTOMAS DAS MICOSES SUPERFICIAIS MAIS COMUNS SÃO:
Lesões esbranquiçadas ou avermelhadas na pele;
Descamações, fissuras, bolhas ou coceira entre os dedos e virilhas;
Alterações no couro cabeludo com áreas de queda dos cabelos.

PRINCIPAIS MEDIDAS DE PREVENÇÃO:
Seque-se sempre muito bem após o banho, principalmente nas regiões de dobras de pele como axilas, virilhas e entre os dedos dos pés.
Evite ficar com roupas molhadas por muito tempo.
Evite o contato prolongado com água e sabão.
Não use objetos pessoais (roupas, calçados, pentes, toalhas, bonés) de outras pessoas.
Não ande descalço em pisos constantemente úmidos (lava pés, vestiários, saunas).
Observe a pele e o pêlo de seus animais de estimação (cães e gatos). Qualquer alteração como descamação ou falhas no pêlo procure o veterinário.
Evite mexer com a terra sem usar luvas.
Use somente o seu material de manicure.
Evite usar calçados fechados o máximo possível. Opte pelos mais largos e ventilados.
Evite roupas quentes e justas. Evite os tecidos sintéticos, principalmente nas roupas de baixo. Prefira sempre tecidos leves como o algodão.

E lembre-se que, ao perceber qualquer alteração, o médico deve ser consultado para um diagnóstico e tratamento adequados.


Câncer do Colo do Útero

ESSA DOENÇA MATA 15 MULHERES POR DIA E É 100% CURÁVEL QUANDO DIAGNOSTICADA PRECOCEMENTE
No Brasil o câncer do colo do útero é o terceiro tipo mais comum de câncer na população feminina, sendo superado apenas pelo câncer de pele e pelo de mama.
O colo do útero localiza-se numa região de fácil acesso num exame ginecológico rotineiro. Esse câncer se desenvolve lentamente, demorando, às vezes, vários anos para invadir os órgãos vizinhos, tornando-se então de difícil controle.

FATORES DE RISCO PARA O CÂNCER DE COLO DO ÚTERO:
¨ Infecções ou inflamações vaginais constantes;
¨ Vida sexual de início precoce;
¨ Más condições de higiene íntima;
¨ Múltiplos parceiros;
¨ Tabagismo;
¨ Doenças sexualmente transmissíveis como HPV e herpes;
¨ Múltiplas gestações


PRINCIPAIS SINTOMAS DO CÂNCER DO COLO DO ÚTERO:
" Corrimento vaginal;
" Dor na relação sexual e no baixo ventre;
" Feridas no colo do útero;
" Sangramentos fora da época da menstruação e após as relações sexuais;
" Feridas no colo do útero;
" Ardência ao urinar;
" Presença de sangue na urina ou nas fezes.


O Exame Preventivo ou Exame de Papanicolau é o exame mais eficaz na prevenção dessa doença. É um exame muito simples, indolor e de fácil realização e consiste na coleta de material do colo do útero para exame laboratorial. A sua realização anualmente permite reduzir em 70% a mortalidade por câncer do colo do útero.
A fim de garantir a eficácia dos resultados, a mulher deve evitar relações sexuais, uso de duchas ou medicamentos vaginais e anticoncepcionais locais nos dois dias anteriores ao exame e não submeter-se ao exame durante o período menstrual (o exame deve ser feito dez ou vinte dias após a menstruação, pois a presença de sangue pode alterar o resultado).


CONJUNTIVITE


As conjuntivites consistem na inflamação da mucosa que recobre a parte externa do olho ( conjuntiva ) e são as doenças oculares mais freqüentes no nosso meio.
As causas mais comuns das conjuntivites são as infecções e as alergias.
As infecções podem ser causadas por diversos microorganismos:
bactérias, vírus, fungos ou parasitas.
Além dessas temos também as conjuntivites originadas de queimaduras por agentes químicos e físicos e até mesmo pela poluição do ar.
A idade do paciente, a área geográfica em que este se encontra, a estação do ano e a via de transmissão auxiliam no aparecimento da doença e no seu diagnóstico.
Um exemplo disso é que muitos casos ocorrem na primavera e no verão e nas regiões litorâneas, às vezes resultando em verdadeiras epidemias de conjuntivite nessa época do ano.
Os sinais e sintomas das conjuntivites são:
olhos vermelhos, sensação de corpo estranho ou de areia nos olhos, coceira, dor e inchaço das pálpebras que podem ocorrer em maior ou menor grau dependendo do agente causador.
As conjuntivites alérgicas cursam com muito prurido e inchaço nas pálpebras e à princípio não são contagiosas.
Entretanto é muito freqüente haver contaminação dos focos alérgicos por bactérias resultando num quadro misto.
As bacterianas apresentam além disso a presença de secreção purulenta abundante que faz com que os olhos amanheçam colados.
As conjuntivites virais são comuns na primavera e geralmente também estão associadas a infecção secundária por bactérias, sendo raro um caso viral isolado.
As conjuntivites infecciosas podem ocorrer quando há baixa da imunidade do indivíduo ( após uma gripe, por exemplo ) e são muito contagiosas.
A contaminação se dá através do ar e de objetos contaminados e é muito importante evitar a manipulação das secreções oculares como a que ocorre ao se coçar os olhos. O tratamento consiste em manter a higiene rigorosa dos olhos, rosto e mãos, na aplicação de compressas frias na área dos olhos e também no uso de medicamentos específicos para cada tipo de conjuntivite.
Quando não tratadas adequadamente, as conjuntivites podem se complicar e levar até mesmo à perda da visão temporária ou permanentemente.
Somente o médico poderá fazer um diagnóstico correto de cada caso e prescrever o tratamento adequado.


Sinta-se a vontade de entrar em contato com a Clínica Cirúrgica Santa Bárbara, para judá-los da melhor maneira possível.
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